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  A 

Aterragem Oficial - 5-Abr-2005
Local de aterragem principal, normalmente localizada na base da encosta, deve possuir uma manga e estar liberto de obstáculos de forma a permitir aterragens com segurança.  
Arborizar - 5-Abr-2005
É quando o piloto com o seu equipamento de voo aterra em cima de uma árvore.  
Ângulo de Incidência - Angle of attack - Angle d'incidence  - 5-Abr-2005
É o ângulo formado entre o plano horizontal e a linha de corda.  
Ângulo de ataque - 5-Abr-2005
É o ângulo formado entre o vento relativo e a linha de corda.  
Anemómetro - 5-Abr-2005
Também conhecido por ventímetro, aparelho que serve para medir a velocidade do ar.  
Alti-Vário - 5-Abr-2005
É um instrumento de voo muito útil, principalmente em voo térmico. Permite observar a variação de altitude ou velocidade vertical. Faz um ruído característico quando se está a subir (ascendente) e outro em descendente. Pode ainda registar diferentes altitudes.  
Alongamento - Aspect ratio - Allongement - 5-Abr-2005
É a razão entre o quadrado da a envergadura e a superfície. Também chamado “razão de aspecto” é a relação envergadura / superfície.  
Airbag - 5-Abr-2005
Protecção dorsal acoplada à cadeira (saco de ar) com válvula de entrada de ar para manter sempre cheio, ajuda em caso de aterragem forçada a minimizar danos no piloto.  
Afundamento - 5-Abr-2005
É a perda de altitude de uma asa normalmente de uma forma brusca.  
Acrobacia - 5-Abr-2005
Manobras executadas por pilotos com muita experiência, normalmente é executada em cima de lagos (água), toda e qualquer manobra deve ser feita com muita altura afastado do relevo.  
Altimetro - Altimeter - Altimètre  - 5-Abr-2005
Instrumento utilizado para determinar a altitude de um objecto, em relação a um nível de referência, normalmente definido a partir do valor de pressão ao nível do mar.  
Aerologia - Aerology - Aérologie - 5-Abr-2005
Estudo local da atmosfera (do micro-clima e da observação quotidiana). É uma ciência que estuda os movimentos das massas de ar aos níveis mais baixos, sofrem influência do efeito do solo. Essas influências pode alterar as condições climatéricas localmente dando origem aos denominados microclimas. Entre outras podem-se alterar: a velocidade e direcção do vento, a temperatura, a humidade, aparecimento de nuvens.  
Adiabática húmida ou saturada - 5-Abr-2005
A temperatura varia com a altitude duma massa de ar considerando que não existe condensação. A temperatura diminui 6º por cada 1000 metros.  
Adiabática seca - 5-Abr-2005
A temperatura varia com a altitude duma massa de ar considerando que não existe condensação nem trocas de energia com o exterior. A temperatura decresce cerca de 10º por cada 1000 metros.  
Anticiclone - 5-Abr-2005
Área com pressão superior àquela apresentada em áreas circunvizinhas, considerando-se um mesmo nível. Resulta em divergência de ventos, os quais se movem no sentido horário no Hemisfério Norte e no sentido anti-horário no Hemisfério Sul . Caracteriza-se numa carta sinóptica como um sistema de isóbaras fechadas, envolvendo uma pressão central alta. É normalmente chamado de centro de alta pressão.  
Aerodinâmica - Aerodinamics - Aerodynamique  - 5-Abr-2005
Estudo do movimento de um corpo no ar. Aerodinâmica deriva do grego "aer", ar, e "dynamis", movimento. É a reacção do ar em superfícies alares que elevam o aeroplano do chão, e o sustentam no ar.  
Asa - Wing - Aile - 5-Abr-2005
É um planador ultra ligeiro flexível. Planador; porque para voar não precisa de motor, ultra ligeiro; porque o seu peso é inferior ao do piloto e permite descolar e aterrar com os próprios meios do piloto, flexível; porque é composto por tecido e outras fibras têxteis e não comporta nenhuma estrutura rígida. A asa de parapente é composta por um tecido duplo, cosido em células, separadas por nervuras, que lhe dão o perfil, com aberturas no bordo de ataque. Da asa sai um conjunto de suspensores que vão prender às bandas e estas à cadeira onde o piloto vai sentado. A asa é normalmente confeccionada em tecido de Nylon de 40 g/m2 porosidade "zero", com reforços em Dacron l80 g / m2. Utilizam-se hoje novos materiais, que vêm sendo cada vez mais resistentes ao uso.  
Áreas perigosas - 5-Abr-2005
São áreas onde o voo apresenta alguns perigos. Por exemplo zonas utilizadas para tiro (treino militar de artilharia); zonas de treino de combate aéreo; zonas de grande tráfego aéreo. Certas áreas perigosas podem ser activadas e desactivadas em certos períodos do ano.  
Áreas de voo restritas - 5-Abr-2005
São áreas onde o voo tem restrições para todas ou algumas classes de aeronaves.  
Áreas de voo proibido - 5-Abr-2005
São áreas onde o voo é proibido. A origem da proibição pode ter as mais variadíssimas origens, por exemplo podem ser santuários de aves raras, instalações secretas, etc.  
AVLS - 30-Dez-2004
Associação do Voo Livre de Sintra.  
ACPUL - "Association des constructeurs de planeurs ultra-légers" - 30-Dez-2004
Associação de construtores que procede aos testes de homologação de parapentes.  
AFNOR - "Association Française de Normalisation" - 30-Dez-2004
Instituição francesa que procede aos testes de homologação de parapentes.  
Acelerador - Speed bar - Accélérateur - 30-Dez-2004
Sistema que permite aumentar o rendimento do parapente em diversos aspectos, que actua puxando os elevadores A e B.  
Altas Pressões Polares - Polar High Presures - 30-Dez-2004
Baixas temperaturas / Ar muito denso / Altas pressões de origem térmica.  
Altas Pressões Sobtropicais / Subtropical High Pressures - 30-Dez-2004
Movimento de compensação descendente / Ar denso / Altas pressões de origem dinâmica.  
Arnês (ver "cadeira") - Harness - Harnais (ver "sellette") - 30-Dez-2004
É o elemento onde o piloto vai instalado, composto por várias cintas e uma superfície mais ou menos acolchoada e protegida, em forma de assento.  
Ascendente orográfica ou dinâmica - Soaring  - 30-Dez-2004
O vento ao atingir frontalmente uma encosta é forçado a subir para ultrapassar esse obstáculo, gerando assim uma faixa de ar ascendente ao longo da face virada ao vento dessa mesma encosta.  
Ascendência - Lift - Ascendance (pompe) - 30-Dez-2004
Consiste numa subida mais ou menos forte do parapente em voo.  
Atmosfera - Atmosphere - Atmosphère - 30-Dez-2004
Camada gasosa que envolve o globo terrestre e que devido ao seu movimento de rotação é mais espessa no equador do que nos polos.  
Autorotação - Flat spin - Autorotation  - 30-Dez-2004
Tem por vezes origem numa perda de sustentação em volta ou num fechamento assimétrico e caracteriza-se por uma rotação do parapente sobre sí próprio, em queda na vertical.  
  B 

Brisa - 5-Abr-2005
Vento fraco e suave, constante. Há brisa do mar, do lago, do vale...  
Briefing - 5-Abr-2005
Pequena reunião antes da competição entre pilotos e director de prova onde é divulgada diversa informação importante para o voo e as condições do mesmo.  
Base da nuvem - 5-Abr-2005
É a parte de baixo da nuvem...um pouco antes de entrar nela.....as nuvens criam boa sustentação a qualquer tipo de planadores. As nuvens indicam térmicas e podem sugar os pilotos, as bases das nuvens variam em tamanho e altura de acordo com o dia.  
Barlavento - 5-Abr-2005
Face da encosta onde incide o vento.  
Balizas - 5-Abr-2005
Pontos de passagem em competição, em que o piloto sobrevoa o local e o GPS regista a sua passagem.  
Bacalhau - 5-Abr-2005
Apelido dado às asas da escola ou saída de escola; tem pouco planeio, são mais seguras, perdoam erros dos pilotos pouco experientes. São equipamentos mais lentos, voam menos, afundam mais.  
Barómetro - 5-Abr-2005
Instrumento utilizado para medir a pressão atmosférica. Dois exemplos são o Barómetro Aneróide e o Barómetro de Mercúrio.  
Barógrafo - 5-Abr-2005
Instrumento utilizado para registar continuamente valores de pressão atmosférica, observados por um barómetro. Aparelho que além de além de ser variómetro , faz posteriormente o registo em gráfico num PC, garantindo , assim que o voo foi real e feito num determinado tipo de aeronave. Regista a taxa de queda, (máxima e mínima), faz um gráfico de altitude, regista a hora de saída, o tempo total de voo, a hora de chegada e pode ainda estar ligado a um GPS e dar muitas mais informações. O seu uso é obrigatório para a homologação de recordes.  
Brisa de montanha - 5-Abr-2005
A brisa de montanha: de noite, o ar arrefece e desce a montanha para o vale.  
Brisa de vale - 5-Abr-2005
A brisa de vale: de dia, com o aquecimento do sol, geram-se correntes ascendentes nas encostas.  
Brisa da terra - 5-Abr-2005
A brisa da terra: de noite, sopra da terra para o mar.  
Brisa Marítima - Sea Breeze - Brise de mer  - 5-Abr-2005
Durante o dia a terra aquece mais do que a água gerando um movimento do ar para a terra, enquanto de noite a situação se inverte pois a água conserva o calor durante mais tempo. A brisa do mar: de dia, sopra do mar para a terra.  
Botas de voo - 30-Dez-2004
A sua finalidade consiste na protecção do tornozelo e do pé em caso de aproximação mais forte ou irregularidade do terreno.  
Bandas - Risers - Élévateurs  - 30-Dez-2004
Unem através de mosquetões o arnês às várias linhas e fios de suspensão.  
Baptismo de voo - Tandem flight - Baptème de l'air - 30-Dez-2004
Voo acompanhado, em asa de bi-lugar, pilotada por instrutor.  
Brisa de Encosta - Brise de pente  - 30-Dez-2004
Os raios solares ao incidirem perpendicularmente na encosta e oblicuamente na base, geram um movimento do ar ascendente durante o dia e descendente durante a noite, uma vez que o aquecimento se inverte.  
Baixas Pressões Equatoriais - 30-Dez-2004
Altas temperaturas / Ar muito pouco denso / Baixas pressões de origem térmica.  
Baixas Pressões Subpolares - 30-Dez-2004
Movimento de compensação ascendente / Ar pouco denso / Baixas pressões de origem dinâmica.  
Bordo de Ataque - Leading edge - Bord d'attaque - 30-Dez-2004
Faixa frontal da asa que entra em primeiro lugar em contacto com o ar.  
Bordo de Fuga - trailing edge - Bord de fuite - 30-Dez-2004
Faixa posterior que por último toca o ar.  
Borrasca - 30-Dez-2004
Vento violento e breve com velocidade comprendida entre 110 e 130 Km/h. Vento de Rajada.  
  C 

Cumulonimbos - 5-Abr-2005
Nuvem gigantesca que suga o parapente ou outra aeronave, é sem dúvida a nuvem mais temida da aviação.  
Cúmulos - 5-Abr-2005
Nuvens separadas com contornos bem definidos que têm topos amontoados em vários níveis. Estas nuvens podem apresentarem-se de diversos tamanhos. Debaixo desta nuvem há térmica.  
Cross Country - 5-Abr-2005
Modalidade de voo em que o piloto tem como objectivo percorrer o máximo de quilómetros ao longo de um percurso.  
Corda - Chord - Corde  - 5-Abr-2005
Distância máxima (ou variável?) entre bordo de ataque e bordo de fuga. É o comprimento de uma fatia de asa cortada no sentido do perfil (distancia entre o bordo de ataque e o bordo de fuga).  
Convergência - Convergence - Confluence - 5-Abr-2005
Ventos que se encontram, sopram em dois sentidos opostos e unem-se num determinado local. Zona onde se chocam as linhas de fluxo do vento gerando-se movimentos convectivos (ascendentes) para compensar a acumulação de ar numa pequena zona. Óptimo para planar a boa altura.  
Comandos - 5-Abr-2005
Também conhecidos por punhos ou manobradores, são dois conjuntos de cordões suplementares que unem as extremidades do bordo de fuga a duas pegas.  
Cirros - 5-Abr-2005
São nuvens afastadas, como penhascos, ou finas cabeleiras brilhantes, sem sombra própria, as formas que adquirem revelam normalmente a presença e a direcção de um vento forte em altitude.  
Ciclo térmico - 5-Abr-2005
É o espaço de tempo em que uma térmica está a funcionar.  
Carga alar - Wing loading - Charge alaire  - 5-Abr-2005
É a relação entre a superfície da asa e o peso total em voo (asa, cadeira, instrumentos,...), logo mede-se em kg/m2. Aparentemente a “CA” ideal deverá ser aproximadamente 3 kg/m2  
Confluência - 5-Abr-2005
A confluência resulta do encontro de duas massas de ar que convergem normalmente no cimo de uma montanha que sobem ambas em lados opostos da montanha. Exemplo: de um lado da montanha podemos ter vento meteorológico, no outro lado acção térmica ou mesmo a brisa do mar.  
Corredor aéreo - 5-Abr-2005
São as estradas do céu, a sua largura standard são 10 milhas náuticas (aprox. 20 km). A altura é variável.  
Cabrar - 30-Dez-2004
Baixar os freios (frear), diminuindo o afundamento e a velocidade.  
Células - 30-Dez-2004
São a porção de asa compreendida entre 2 nervuras; podemos falar de alvéolos quando existirem nervuras intermédias.  
Corda média - 30-Dez-2004
A distância recta que une o bordo de ataque ao bordo de fuga.  
CIVL - 30-Dez-2004
Comissão Internacional do Voo Livre ou "Commission International de Vol Libre" (CIVL) da FAI - Fédération Aéronautique Internationale.  
Cadeira - Seat harness - Sellette  - 30-Dez-2004
É o elemento onde o piloto vai instalado, composto por várias cintas e uma superfície mais ou menos acolchoada e protegida, em forma de assento.  
Canópia - Canopy - 30-Dez-2004
A forma, em pálio, do parapente quando inflado. *Esta palavra ainda não existe no léxico português.  
Capacete - Helmet - Casque - 30-Dez-2004
Equipamento base, que se pretende que seja ligeiro mas eficaz, com superfície exterior rígida.  
Croissant - 30-Dez-2004
Fechamento central do parapente com avanço ou recuo das pontas até quase se unirem.  
  D 

DHV - Deutscher Hängegleiter Verband  - 5-Abr-2005
Associação alemã encarregada de homologação de equipamentos de Parapente e Asa Delta. Esta associação tem funções federativas que faz homologações a asas de parapente.  
Descolagem invertida ou de reverso - 5-Abr-2005
Esta técnica é também conhecida por descolagem de reverso, consiste em inflar a asa de costas para o vento com os elevadores cruzados (frente para a asa), é normalmente utilizada com o vento superior a 13 Km/h. Quando a asa estiver em “cima da cabeça equilibrada” o piloto faz meia volta e descola em corrida.  
Descolagem alpina - 5-Abr-2005
Técnica de descolagem, que consiste em descolar de frente para o vento (asa à retaguarda do piloto), é normalmente utilizada quando o vento está fraco (inferior a 13 Km/h). A saída é feita em corrida.  
Depressão - 5-Abr-2005
Área com pressão inferior àquela apresentada em áreas circunvizinhas, considerando-se um mesmo nível. Resulta em convergência de ventos, os quais se movem no sentido anti-horário no Hemisfério Norte e no sentido horário no Hemisfério Sul. Caracteriza-se numa carta sinóptica como um sistema de isóbaras fechadas, envolvendo uma pressão central baixa. É normalmente chamado de centro de baixa pressão. É, também, sinónimo de depressão. Pode ser tropical ou extra-tropical, dependendo de onde ocorre. Precipitação e ventos mais intensos estão associados a esta feição. É o oposto de uma área de alta pressão, ou anticiclone.  
Densidade - 5-Abr-2005
A densidade é definida como a massa por unidade de volume.  
  E 

Extradorso - Upper surface - Extrados  - 5-Abr-2005
Superficie superior da asa. É a parte superior do parapente quando este está em perfil de voo.  
Estabilizador - Stabiliser - Stabilo - 5-Abr-2005
Apêndice Vertical colocado em cada uma das extremidades da asa, que varia de forma e tamanho.  
Espiral - 5-Abr-2005
Consiste em colocar a asa a rodar em círculo em alta rotação, descida muito rápida podendo chegar a descer 20 metros por segundo. Técnica utilizada para descer rápido.  
Espessura do perfil - 5-Abr-2005
Correspondendo geralmente à altura de uma entrada de ar.  
Elevadores - Risers - Elevateurs - 5-Abr-2005
Também conhecidos por Bandas, existem entre 3 a 6 bandas de carga de cada lado, que unem através de mosquetões o arnês às várias linhas e fios de suspensão.  
Envergadura - Wing span - Envergure  - 30-Dez-2004
Distância entre as pontas da asa.  
  F 

Frequência radio - 5-Abr-2005
Estão definidas três frequências rádio para o voo livre. Deve haver disciplina na utilização do rádio. O rádio é fundamental para a segurança.  
Freiar - 5-Abr-2005
Consiste em travar a asa, puxando os manobradores.  
Foehn - 5-Abr-2005
Na presença de uma montanha o ar é obrigado a subir. Em determinadas situações pode ocorrer condensação. Da condensação resulta um aumento de temperatura e uma perda de humidade. O ar que desce o outro lado da montanha torna-se mais seco e quente.  
Frente Oclusa - Hiden Front - Occlusion  - 5-Abr-2005
Quando ambas as frentes se encontram à superfície, na fase final do sistema, diz-se que estamos em presença de uma oclusão. Surge quando uma frente fria se encontra com uma frente quente. Regra geral a chuva não é forte, tem muito tipo de nuvens e demora mais tempo a passar.  
Frente Fria - Cold front - Front froid - 5-Abr-2005
A faixa onde o ar mais frio e denso embate na massa de ar temperado e menos denso, empurrando-a em forma de cunha e obrigando-a a subir. Movem-se mais rápidas e têm um declive mais acentuado que as frentes quentes. Quando o ar quente envolvido numa situação de frente fria é húmido e estável, as nuvens predominantes são estratiformes (nimbostratos, altostratos, cirrostratos com precipitação moderada. Quando o ar quente é húmido e instável as nuvens são cumuliformes, a precipitação é de moderada a forte.  
Frente Quente - Warm front - Front chaud  - 5-Abr-2005
A faixa onde a massa de ar temperado volta a ter contacto com o ar mais frio e denso, sendo assim, forçado a subir. Movem-se devagar, com declives suaves. O deslizamento do ar quente sobre o ar frio produz um sistema de nuvens. Estas nuvens podem estender-se a 1500 km à frente da posição da frente da superfície. As nuvens associadas são predominantes estratiformes e aparecem na seguinte sequência: cirrus, cirrustratus, altostratus e nimbostratus.  
Finesse - 5-Abr-2005
É a razão entre a sustentação e a resistência para uma dada condição de voo. Também pode ser definida pela relação entre a velocidade horizontal e vertical.  
FPVL - 30-Dez-2004
Federação Portuguesa de Voo Livre.  
Fato de voo - Flight suit - 30-Dez-2004
Fato que funciona como corta-vento, em voo orográfico, e que deverá ser mais quente em voo de montanha, pois a temperatura desce cerca de 0.8º por cada 100 metros de subida. É normal sairmos da descolagem com 28 º C , ou mais, e termos a mais de 3.000 m temperaturas negativas.  
Falésia - Cliff - Falaise - 30-Dez-2004
É uma encosta cortada na verical.  
Fechamento - Wing Colapse - Fermeture  - 30-Dez-2004
Ocorre quando o Parapente se deforma.  
Fechamento Assimétrico - Asymmetric collapse - Fermeture asymétrique - 30-Dez-2004
Ocorre quando se deforma apenas um lado do Parapente. Para recuperar devemos contrariar a autorotação com o freio oposto e bombear do lado fechado.  
Fechamento Simétrico - Frontal tuck - Fermeture frontale - 30-Dez-2004
Ocorre quando se deforma todo o bordo de ataque do parapente. Para recuperar devemos bombear de forma profunda ambos os freios.  
Finesse Máxima - Finesse Max  - 30-Dez-2004
Velocidade da asa que permite a melhor penetração no ar.  
Freios - Brakes - Freins (commandes) - 30-Dez-2004
Duas pegas situadas nos elevadores traseiros, que constituem os principais comandos do Parapente.  
Frente - Weather front - Front  - 30-Dez-2004
Uma frente separa duas massas de ar diferentes. Estas nunca se misturam devido à sua distinta natureza. Há frentes frias, quentes e oclusas.  
Frontologia - Frontologie - 30-Dez-2004
Estudo das frentes.  
  G 

Gradiente de Vento - Wind gradient - Gradient de vent - 5-Abr-2005
Entende-se por gradiente de vento, a mudança na direcção e/ou na intensidade do vento, quando ganhamos ou perdemos altura. São variações do vento segundo a vertical. Junto à superfície a intênsidade do vento é menor, devido às forças de atrito geradas pelos diversos obstáculos no solo, aumentando progressivamente com a altitude.  
Gravata - Cravatte - 5-Abr-2005
Fechamento profundo em que a asa se enlia nos fios. A asa está engravatada, quando uma as extremidades da asa, fecha e fica presa nos suspensores sem que esta consiga reabrir. A asa entra em rotação e em grande parte dos casos obriga o piloto a lançar o reserva. Para recuperar devemos localizar os fios do estabilizador, puxá-los até soltar os fios enliados e depois soltá-los para fora, se não resultar lançar o paraquedas de emergência.  
Gradiente de pressão - 5-Abr-2005
Uma vez que o vento gira em redor dos anticiclones no sentido dos ponteiros do relógio (efeito de coriolis) “hemisfério norte”. Nas depressões o vento gira no sentido inverso dos ponteiros do relógio (leis Buys-Bailot) “hemisfério norte”. Quando as linhas de igual pressão (isóbaras) estão mais juntas, maior será a intensidade do vento, as isóboras dos anticiclones estão em geral mais afastadas, o que significa vento mais fraco. As linhas das depressões estão normalmente mais juntas que representa vento forte.  
GPS - Sistema de posicionamento Global por Satélite - Global Positioning System - 30-Dez-2004
Aparelho que encontrando-se ligado ao sistema de satélites nos dá, com um erro muito pequeno, a nossa posição, velocidade solo, altitude, permitindo ainda navegar por rumos.  
  H 

Homologação - Homologation - Homologation - 5-Abr-2005
Todo o equipamento de voo deve estar homologado, é uma norma de garantia do produto, o qual foi testado e obedece às normas de segurança. É um registro do comportamento do equipamento em voo. Como se comporta em manobras diversas, velocidade, razão de planeio etc. A homologação, pela DHV ou pela AFNOR, inclui o ensaio prático da asa por pilotos de teste. Nenhuma asa pode ser voada sem ter sido ensaiada e aprovada por estas instituições.  
Humidade relativa - 5-Abr-2005
É a relação entre a humidade absoluta e a quantidade máxima de vapor de água que esse mesmo volume pode conter (ponto de saturação). HR= HA / PS X 100  
Humidade absoluta - 5-Abr-2005
É a massa de vapor de água existente num metro cúbico de ar.  
Humidade - 5-Abr-2005
É a quantidade de vapor de água existente na atmosfera.  
  I 

Intradorso - Lower surface - Intrados - 5-Abr-2005
É toda a parte inferior, de onde saem os cordões de suspensão.  
Inflar (Inflado) - Inflate - Gonfler (Gonflage) - 5-Abr-2005
Gesto técnico antes da descolagem que consiste em encher de ar as células da asa. Em corrida ou invertido conforme a itensidade do vento, traccionando os elevadores frontais com os freios nas mãos, fazendo o parapente passar rápidamente de um pano no chão, depois um muro contra o vento e finalmente a uma asa em cima da nossa cabeça.  
Inversão - Inversion - 5-Abr-2005
Dizemos que existe uma inversão, quando a temperatura em altitude é superior do que aquela das camadas inferiores. A razão porque surge este fenómeno resulta de um aquecimento elevado durante vários dias seguidos, podendo aquecer a atmosfera até vários quilómetros de altitude. O arrefecimento nocturno faz com que o ar frio desça e se acumule junto ao solo. Desta forma ficamos com uma temperatura superior em altitude em relação ao solo.  
Inércia - 5-Abr-2005
É outra força que interfere na direcção e velocidade do vento, aparece sistematicamente ao nível do solo ou dos obstáculos. Resumindo; é uma força que se opõe ao movimento do vento, causando atrito durante o seu deslocamento. Em conclusão; a intensidade e direcção do vento dependem essencialmente da acção simultânea de três principais forças: pressões, Coriolis e inércia.  
Isóbaras - 5-Abr-2005
São linhas que unem pontos de igual pressão.  
IFR - 5-Abr-2005
Navegação feita por instrumentos (Instrument Flight Rules).  
  J 

Janela - 5-Abr-2005
Expressão utilizada em competições, para abrir horário de descolagem para os pilotos, A janela é aberta quando entra um a boa condição ou começam os ciclos. Quando a janela é fechada, significa que mais nenhum piloto pode descolar.  
  K 

  L 

Looping - 5-Abr-2005
Manobra acrobática em que a asa descreve uma circunferência na sua trajectória em voo.  
Lastro - 5-Abr-2005
Peso adicional que o piloto transporta na cadeira durante o voo para diferentes fins, normalmente para aumentar a carga alar com o objectivo de obter mais velocidade e estabilidade.  
  M 

Marreca - 5-Abr-2005
Significa descolar e passados poucos minutos aterrar, o voo é praticamente sempre a descer desde a descolagem até à aterragem.  
Manga de vento - Wind sock - Manche à air - 5-Abr-2005
Equipamento que indica ao piloto a intensidade, direcção e variação de vento no solo ou em voo. Deve ser colocada na descolagem e aterragem.  
Massa de ar - 5-Abr-2005
É uma porção de atmosfera onde se considera que a temperatura, a humidade e a distribuição vertical destas duas grandezas são mais ou menos constantes. As massas de ar são volumes imensos da atmosfera em que os gradientes horizontais da temperatura e da humidade são relativamente pequenos. Formam-se sobre superfícies homogéneas extensas, tais como gelo, florestas ou oceanos. Como consequência, tornam-se relativamente frias, secas, húmidas ou quentes, conforme o caso. A partir dessa classificação simples é possível dividir a atmosfera em áreas influenciadas por massas de ar particulares. Estas massas de ar provocam combinações de tempo diferentes e características, como ar frio cortante e seco sobre o interior dos continentes no Inverno ou quente e húmido sobre regiões costeiras no Verão. As superfícies frontais (também conhecidas como frentes), assinaladas nas cartas meteorológicas como linhas de nuvens e de chuva, podem formar-se entre massas de ar com características diferentes.  
Meteorologia - 5-Abr-2005
É o estudo dos movimentos e fenómenos da atmosfera terrestre nas suas relações com o tempo e o clima, com o fim de efectuar a previsão do tempo, por medições de temperatura, precipitação, pressão atmosférica, velocidade e direcção do vento, etc.  
Mosquetões - 5-Abr-2005
Os mosquetões servem para unir a asa à cadeira. Apenas devemos utilizar mosquetões com tracção superior a 1800 kg “no sentido longitudinal” os mesmos devem possuir um dispositivo de fecho de segurança. verificar sempre se os mosquetões estão bem fechados.  
Manobradores - Brake handle - Poignée de frein (commandes) - 30-Dez-2004
Duas pegas situadas nos elevadores traseiros, que constituem os principais comandos do Parapente.  
Monte - Ridge - 30-Dez-2004
É uma encosta progressiva e regular.  
  N 

Nervuras - Nervures  - 5-Abr-2005
São os elementos interiores da asa, que pela sua forma lhe conferem o perfil e que unem o Extradorso ao lntradorso. Possuem várias aberturas circulares denominadas válvulas internas, que permitem a circulação do ar no interior da asa, permitindo a estabilidade de pressões, no seu interior. EStas membranas verticais que no seu conjunto formam o perfil da asa e que apresentam aberturas de comunicação de célula para célula, mantendo assim, melhor pressão no interior da asa.  
Negativa - 5-Abr-2005
É um dos piores incidentes de voo no parapente, pois o piloto vai para frente e a asa voa para trás. A sua causa consiste em freiar muito de um só lado, entrando em STOLL. O piloto perde a noção de planeio, melhor maneira de sair, é levantando as mãos rapidamente e deixar voar a asa.  
Nuvens geográficas - 5-Abr-2005
Formam-se devido a uma elevação no terreno que faz subir a massa de ar ao colidir com a mesma. Assumem normalmente a forma de um cumulo.  
Nuvens de convecção - 5-Abr-2005
Forma-se das seguintes formas: 1. O solo é aquecido pelos raios solares do qual o ar fica muito instável. 2. Forma-se uma bolsa de ar quente que dilata. 3. A bolsa de ar quente desprende-se do solo, o ar frio envolvente invade esse local e momentos depois forma-se novo foco térmico. 4. A coluna térmica ao atingir o nível de condensação, surge a nuvem.  
Nuvens Altas - High Clouds - Nuages haute couche  - 30-Dez-2004
6000 a 12000 metros: Cirros, Cirrocúmulos, Cirrostratos.  
Nuvens Baixas - Low Clouds - Nuages basse couche - 30-Dez-2004
Solo a 2000 metros: Estratocúmulos, Estratos, Nimbostratos.  
Nuvens Médias - Medium Clouds - Nuages moyenne couche - 30-Dez-2004
2000 a 6000 metros: Altocúmulus, Altostratos.  
Nuvens de Desenvolvimento Vertical - Vertical Development Clouds - Nuages à développement vertical - 30-Dez-2004
500 a 12000 metros:Cumulos(cúmulis humilis,cumulos mediocris,cumulos congestus), Cumulonimbus. Estas nuvens são as mais importantes para o vôo, pois materializam as massas de ar ascendentes e são de fácil visualização e aproveitamento.  
  O 

Orográficas - 6-Abr-2005
São as ascendentes provocadas pela forma do relevo.  
Orelhas - 6-Abr-2005
Consiste em fechar simetricamente os extremos da asa, para efectuar descidas mais rápidas.  
Onda de vento - 5-Abr-2005
Em dias em que o vento é forte o mesmo ao colidir com uma montanha é projectado para cima em forma de onda. Nas cristas dessas ondas podem-se formar-se nuvens lenticulares.  
  P 

Pré-Frontal - 6-Abr-2005
Significa voar um ou dois dias antes de chegar a frente fria, nestes dias existe boa sustentação favorável para o voo, é caracterizado por dias de ventos fracos constantes e com boas térmicas.  
Pós-Frontal - 6-Abr-2005
Significa após a passagem da frente fria, que normalmente proporciona boas condições de voo.  
Paraquedas de emergência - Emergency parachute - Parachute de secours - 6-Abr-2005
Paraquedas circular acoplado ao arnês, para utilização de emergência em caso de perca das faculdades de vôo do parapente. As situações de abertura acontecem quando existe ruptura do material, colisão em vôo, fechamento irreversível ou fechamento a baixa altitude.  
Parachutagem - Parachutage - 6-Abr-2005
Fenómeno em que a asa deixa de voar, perdendo o seu planeio. Pode ocorrer após a entrada em perda e caracteriza-se por uma queda na vertical, com o parapente aberto mas sem pressão interna nem velocidade horizontal. Para recuperar poderá bastar soltar os freios ou picar a fundo no acelerador.  
Protecção dorsal - 5-Abr-2005
Actualmente utiliza-se um tipo de espuma com uma determinada densidade que é colocada na base da cadeira com o objectivo de proteger a coluna em caso de impacto. Este material varia entre 12 a 20 cm de espessura.  
Ponto de orvalho - 5-Abr-2005
É a temperatura para o qual o vapor de água presente na atmosfera satura o ar e começa a condensar-se. A temperatura do ponto de orvalho é sempre inferior ou igual à temperatura do ar.  
Ponto de saturação - 5-Abr-2005
É a quantidade máxima de vapor de água que o ar pode conter, a uma determinada temperatura. Por exemplo a 20º o ar pode conter 17,3g/m3. Quer dizer que com esta temperatura se a humidade absoluta aumentar essa massa de ar condensa.  
Pressão Atmosférica - 5-Abr-2005
É a força por unidade de área (é medida em (N/m2 ou Pascal Pa) e actua sempre perpendicular à superfície. A Pressão atmosférica é a força por unidade de área, exercida pelo ar contra uma superfície. Se a força exercida pelo ar aumenta num determinado ponto, a pressão também aumentará neste ponto. A pressão atmosférica é medida através de um equipamento conhecido como barómetro. As unidades de medida utilizadas são: polegadas ou milímetros de mercúrio, kilopascal, atmosfera, milibar(mb) e hectopascal (hPa), sendo os dois últimos mais usados entre os cientistas.  
Performance - 5-Abr-2005
É a combinação da sustentação e resistência.  
Polar de Velocidades - Speed Polar - Polaire de vitesses  - 5-Abr-2005
Representação em gráfico em forma de curva da variação da velocidade em relação à variação do afundamento até se atingir a perda de sustentação. A polar dá-nos a variação da velocidade horizontal e velocidade de descida em função da sustentação.  
Perda - Stall - Décrochage  - 5-Abr-2005
Surge a partir do ângulo de ataque máximo independentemente da velocidade, grande parte do escoamento do ar, descola-se do extradorso. Este deslocamento faz com que: a velocidade de escoamento diminui repentinamente. A diferença de pressão entre o extradorso e o intradorso diminui e consequentemente a sustentação diminui o que não é suficiente para sustentar a asa. A perda surge se voarmos a velocidades demasiado baixas. Para recuperar devemos soltar os freios sem brusquidão e contrariar depois a abatida.  
Ponto de estagnação - 5-Abr-2005
É o ponto do perfil onde a pressão é maior (regra geral localizado no bordo de ataque), pode ser alterado em função da variação do ângulo de ataque.  
Parapente - Paraglider - Parapente - 5-Abr-2005
O parapente é um desporto aéreo que surgiu quando pára-alpinistas resolveram encurtar a descida utilizando os pára-quedas desenvolvidos pela NATO, para lançar tanques a partir de aviões. Esses pára-quedas revolucionários imprimiam, pela primeira vez, velocidade horizontal aos pára-quedas, de forma a que a chegada ao solo fosse mais suave.Para voar necessita de um desnível, voando-se frequentemente nas falésias, junto às praias e na montanha, com o extraordinário recorde de cerca 330 Km, em linha recta, sem qualquer apoio mecânico, que não seja uns metros de pano, alguns metros de fio e correntes térmicas ascendentes.  
Piloto Autónomo - 5-Abr-2005
prática de parapente envolve um longo percurso cheio de etapas, das quais o piloto deve ter uma formação rigorosa de forma que consiga aliar os conhecimentos teóricos à prática. Um piloto após terminar o terceiro nível é considerado piloto autónomo, ou seja; mediante a formação que recebeu consegue avaliar as condições de voo, descola e aterra sozinho em segurança sem o apoio do instrutor e consegue fazer voo de permanência junto a uma falésia. É aconselhável ao piloto depois de concluir o terceiro nível, ser acompanhado pelo o instrutor ou pilotos mais experientes durante muitas hora de voo. A capacidade dos pilotos se considerarem seguros para voar está sujeita ao desenvolvimento de quatro importantes qualidades: conhecimentos teóricos, destrezas técnicas, experiência e espírito aeronáutico.  
Paramotor - Paramoteur - 30-Dez-2004
O paramotor é uma aeronave pessoal que ao contrário de parapente, não necessita de um desnível para descolar. O paramotor utiliza a asa de parapente e um motor montado numa estrutura de liga leve. Descola-se pelos próprios pés, é fácil de pilotar a asa cabe num pequeníssimo saco, de fácil transporte, e a estrutura do motor, sendo desmontável pode ser acomodada na bagageira de um automóvel.  
Picar - Pitch - Piquer  - 30-Dez-2004
Subir os freios / braços, ganhando em velocidade e um pouco em afundamento.  
Plano de Voo - Flight Plan - Plan de vol  - 30-Dez-2004
Deve tornar-se, em conjunto com as verificações e procedimentos, uma rotina que antecede cada voo.  
Princípio de Bernoulli - Bernoulli’s principle - 30-Dez-2004
Este princípio diz que se a velocidade do ar aumenta, a pressão baixa.  
Planeio - Glide ratio - Finesse sol  - 30-Dez-2004
Representa a trajectória mais longa em relação ao solo.  
  Q 

  R 

Ripstop - 6-Abr-2005
Material autocolante utilizado para arranjar uma asa que tenha um pequeno rasgão. É uma espécie de tecido similar ao da asa com um forte adesivo que se utiliza para efectuar pequenas reparações no tecido da asa.  
Recolha - 6-Abr-2005
Pessoa ou equipa responsável, para recolher os pilotos nos locais de aterragem.  
Razão de planeio - 6-Abr-2005
É a relação entre a distância percorrida por uma asa e a perda de altitude.  
Razão de afundamento - 6-Abr-2005
É o tempo gasto por uma asa para perder altitude.  
Rajada - Gust - Rafale  - 6-Abr-2005
Ventos fortes com variações de velocidade muito acentuadas. Aumento brusco do vento face à sua velocidade média tomada num certo intervalo de tempo. Dura menos de 20 segundos e varia menos 15 Km/h, seguido de diminuição de intensidade do vento.  
Rotores - 5-Abr-2005
O vento ao encontrar um obstáculo, “enrola”, o deslocamento dos seus fluidos deixa de ser contínuo. Normalmente são causados pela turbulência mecânica.  
Resistência parasita - 5-Abr-2005
É toda a resistência gerada que não depende da sustentação, mas sim da velocidade. A mesma resulta do atrito gerado entre o ar e o material (asa, fios, cadeira, piloto, etc.).  
RFA - Résultante des Forces Aérodynamiques -  - 5-Abr-2005
Resultante das Forças Aerodinâmicas. Resultante da soma dos vectores Sustentação+Resistência ao vento, força de igual valor e oposta ao Peso. As forças aerodinâmicas que actuam ao longo da asa podem ser representadas por uma única força (RFA) aplicada num ponto denominado centro de pressões (CP).  
Regras de voo - 5-Abr-2005
Á semelhança do tráfego terrestre também no espaço aéreo foram criadas regras e leis a fim de evitar qualquer colisão.  
Rádio - 30-Dez-2004
São normalmente utilizados nesta ctividade os rádios VHF 2 m. Importantíssimo para a segurança e fundamental em voo de distância. A FPVL conseguiu recentemente que nos fossem atribuídas 3 frequências: 143,25 /143,50 / 143,75.  
Restituição térmica - Restituition - 30-Dez-2004
Fenómeno que ocorre no Verão, no fim do dia, em zonas densamente arborizadas. A floresta restitui o calor que armazenou durante o dia, originando correntes ascendentes.  
  S 

Sustentação - Lift - Portance  - 6-Abr-2005
É a força que se opõe à gravidade exercida sobre as superfícies alares. Força aerodinâmica que se exerce para cima, perpendicular ao eixo trajectória-resistência ao vento.  
Suspensores - 6-Abr-2005
Unem a asa às bandas, podendo variar em número, comprimento e distribuição consoante os modelos. Também conhecidos por cordões de suspensão, partem das nervuras e unem-se nos elevadores. Partindo do intradorso, podemos designar os cordões de suspensão com as letras A, B, C e D, sendo A e B os cordões de carga, C e D os cordões de forma.  
Sotavento - 6-Abr-2005
Lado oposto a uma montanha em relação ao voo. É identificada como zona de rotores.  
SIV - 6-Abr-2005
Significa "Simulação de Incidentes de voo".  
Sellette - 6-Abr-2005
Também conhecido por cadeira ou arnês, local onde se senta o piloto. É constituído por um conjunto de tiras e fechos em tecido, onde se vão ligar os elevadores por intermédio de dois mosquetões.  
SAT - 6-Abr-2005
Uma das manobras mais radicais do voo de parapente, apenas executadas por alguns... espécie de espiral... onde o piloto de parapente entra em giro, com o bordo de fuga a rodar para a frente. O piloto roda de costas. O centro de gravidade fica localizado entre o piloto e a asa.  
Sistema frontal - 5-Abr-2005
É uma superfície que separa duas massas de ar de características diferentes, principalmente em temperatura e humidade. Também é conhecido por uma linha de descontinuidade entre duas massas de ar com características diferentes.  
Segurança Activa - 5-Abr-2005
É um conjunto de factores que podem evitar o acidente; formação rigorosa, escolher equipamento homologado e adaptá-lo ao seu nível, saber escolher o voo em função das condições meteorológicas e do seu nível.  
Segurança Passiva  - 5-Abr-2005
Está relacionado com o equipamento que pode diminuir as consequências em caso de acidente: utilização de capacete integral, cadeira com protecção dorsal, fato de voo, luvas, reserva.  
Sotavento - Lee side - Côté sous le vent  - 30-Dez-2004
O lado de um "objecto" que não está exposto (directamente) ao vento.  
  T 

Turbulência - Turbulence - Turbulence  - 6-Abr-2005
Movimento do ar de forma irregular. Vários factores podem estar na causa da turbulência, ventos cruzados, rotores, a passagem de outra aeronave à frente, térmica, etc. O ar deixa de ter um deslocamento uniforme.  
Top Landing - 6-Abr-2005
Consiste em aterrar no local da descolagem.  
Térmica - Thermal - Thermique  - 6-Abr-2005
É uma corrente de ar ascendente que resulta por diferenças de temperatura. Corrente ascensional vertical do ar, dependente de temperaturas mais altas nas camadas de ar inferiores, nas quais se gera uma pressão mais elevada.  
Tecto - 6-Abr-2005
Se houver nuvem, é a base da mesma.  
Taxa Queda Minima - Minimum Sink Rate - Chute mini  - 6-Abr-2005
É a velocidade vertical mínima, nos parapentes actuais varia entre 1 a 2 metros por segundo. Velocidade da asa em que a queda vertical é menor.  
Taxa queda máxima - 6-Abr-2005
É a velocidade vertical máxima, pode superar 10 m/s.  
Turbulência térmica - 5-Abr-2005
Turbulência provocada por movimentos devido ao aquecimento. Tem por origem nas fricções produzidas peloscontrastes térmicos do ar, desenvolvendo-se em geral na vertical.  
Turbulência mecânica ou de obstáculos - 5-Abr-2005
Turbulência provocada por obstáculos. Rotores gerados na parte posterior de todos os obstáculos que o vento encontra.  
Traccionado - Winch - Treuil  - 30-Dez-2004
Uma das possibilidades de descolagem: realiza-se mediante arraste desde o solo por um guincho ou mediante um veículo de tracção (carro, barco ou outro). Ideal para zonas planas.  
Trimmer - 30-Dez-2004
Sistema que permite aumentar o rendimento do parapente em diversos aspectos, que actua puxando os elevadores C e D (cabrando).  
Turbulência de Rasto - Wake turbulence - Turbulence de sillage  - 30-Dez-2004
Tem origem no efeito de vortex das asas, que na sua passagem deixam atrás de si uma esteira de rotores.  
Twist - 30-Dez-2004
Rotação do piloto sobre sí próprio torcendo os elevadores. Está por vezes relacionado com a autorotação e para recuperar devem-se puxar ambos os conjuntos de elevadores para fora desfazendo a torção.  
  U 

  V 

Voaça - 6-Abr-2005
Expressão utilizada pelo piloto quando realiza um bom voo (horas ou quilómetros de voo).  
Voar - 6-Abr-2005
A palavra “voar” é de origem do latim. Voar significa permanecer no ar com o auxílio do equipamento de voo, ter habilidade e conhecimentos de forma a tirar partido do voo na expansão do céu.  
Vento relativo - 6-Abr-2005
É o vento que sopra na face do piloto, ou seja; é o vento exterior que pode medir um observador associado à aeronave.  
Vento de frente - 6-Abr-2005
Vento que sopra de frente para o piloto. Ou seja; o piloto voa contra o vento.  
Vento de Cauda - 6-Abr-2005
Vento que sopra nas costas do piloto quando este se desloca em voo. Ou seja; o piloto voa a favor do vento.  
Variometro - Variometer - Variomètre  - 6-Abr-2005
É um aparelho destinado a medir a razão de subida ou descida. Indica a variação da altitude ou velocidade vertical, apitando em caso de subida em ascendente e em descendente.  
Vento geostrófico (meteorológico) - 5-Abr-2005
O vento é o deslocamento de ar sensivelmente horizontal entre locais com pressões atmosféricas diferentes, que resultam das diferenças de temperatura na atmosfera. O deslocamento do ar pode ser provocado por uma simples brisa térmica, que surgem devido ao efeito de aquecimento do ar ao contactar uma superfície ensolada. O vento meteorológico desloca-se das altas pressões para as baixas pressões.. Esta diferença de pressão são os principais causas dos desequilíbrios das temperaturas entre o equador e os pólos. A força que activa as moléculas de ar que resulta dessas diferenças de pressão designa-se por “força de pressão”, a qual é canalizada das altas para as baixas pressões, sendo perpendicular às linhas de igual pressão, chamadas isobáticas. Se a terra não efectuasse o seu movimento de rotação, o vento deslocava-se directamente dos anticiclones (altas pressões) para as depressões (baixas pressões). Coriolis conclui que a rotação da terra está na origem duma força de inércia que desvia todos os corpos em movimento para a direita no hemisfério norte e para a esquerda no hemisfério sul.  
VFR - 5-Abr-2005
Navegação visual (Visual Flight Rules).  
Ventímetro - Wind meter - Anemomètre - 30-Dez-2004
Designação corrente do anemómetro, aparelho que mede a velocidade do vento.  
Vento - Wind - Vent  - 30-Dez-2004
O vento é o ar em movimento, das altas para as baixas pressões e avalia-se pela sua velocidade ou intensidade, em Km/h e pela sua direcção face aos pontos cardeais, N/S/E/O.  
Vento laminar - Smooth wind - Vent laminaire - 30-Dez-2004
Vento regular, sem rajadas.  
Ventos locais ou brisas - 30-Dez-2004
Estes fenómenos têm origem em diferenças térmicas à superfície, normalmente derivadas de diferentes exposições aos raios solares, que provocam o aquecimento por contacto do ar envolvem, e sua consequente ascenção sob forma de brisa.  
Vortices - Vortex - Tourbillons marginaux  - 30-Dez-2004
Consiste na esteira de turbulência provocada pelo diferêncial de pressões entre o intradorso e extradorso, que juntamente com todas as resistências parasitas e respectivas turbulências de rasto, são responsáveispelo abanar do parapente quando se passa por trás.  
  X 

XC - Voo de distância - Cross Coutry - 5-Abr-2005
Modalidade de voo em que o piloto tem como objectivo percorrer o máximo de quilómetros ao longo de um percurso.  
  Z 

Associação do Voo Livre de Sintra
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